O destaque poderia ser a invasão do Iémene pelas tropas sauditas ou a prisão de uma jornalista americana pelo governo dos EUA, mas, na semana em que a Palestina assume a presidência do Grupo dos 77 e que uma nova força politica de esquerda emerge naquele país ocupado, importa dar-lhe a importância negada pelo silêncio dos media corporativos.
PALESTINA
Palestina assume a presidência do Grupo dos 77 + China: Na cerimónia de assunção da presidência rotativa anual, secretário-geral da ONU, António Guterres, saudou «a liderança histórica do Estado da Palestina» como novo Presidente do Grupo dos 77. «A Palestina e os seus cidadãos têm experiência em primeira mão de algumas das questões globais mais desafiadoras e dramáticas que enfrentamos», declarou Guterres.
Nasce Alternativa à FATAH e ao HAMAS: Aliança Democrática Palestiniana é a nova força política do povo da Palestina, que pretende quebrar o domínio bipartidário estabelecido pela Fatah e pelo Hamas. Resulta da coligação de cinco organizações da esquerda palestiniana, integra personalidades independentes e tentará conseguir que sejam ultrapassadas as divisões internas enquistadas entre as organizações dominantes.(José Goulão com Edward Barnes)
Pela libertação de Ahmad Sa'adat e demais presos políticos palestinianos: No início da Semana Internacional pela Liberdade de Ahmad Sa'adat, o MPPM insta todos os que no nosso país «prezam a liberdade e a justiça» a darem voz aos palestinianos presos nas cadeias israelitas.
Palestina rejeita anunciado «acordo de paz» dos EUA sem a totalidade de Jerusalém Oriental como capital: A Autoridade Palestina reagiu a notícias acerca do conteúdo do chamado «acordo do século» dos EUA declarando que «qualquer plano de paz que não inclua um Estado palestino independente com Jerusalém Oriental como capital nas fronteiras de 1967 está destinado a falhar».
Tribunais militares de Israel multam palestinos em 14 milhões de euros em 3 anos: Os tribunais militares de Israel impuseram multas no valor de 60 milhões de shekels (14 milhões de euros) aos palestinos da Cisjordânia ocupada entre 2015 e 2017.
